A taxa de juro média das novas operações de crédito à habitação, que incluem renegociações, voltou a descer em Fevereiro, depois de em Janeiro ter interrompido uma sequência de 14 meses consecutivos, cifrando-se em 3,17%, segundo o BdP.
A taxa de juro implícita no crédito à habitação caiu em Fevereiro pelo 13.º mês consecutivo, para 3,830%, valor mais baixo desde Junho de 2023 e uma descida de 15,4 pontos base face a janeiro, divulgou hoje o INE.
O montante dos novos contratos de crédito à habitação recuou 567 milhões de euros em Janeiro, para 1.522 milhões, tendo a taxa de juro média estabilizado nos 3,22%, após 14 meses consecutivos de queda.
Ao longo das primeiras quatro semanas de comercialização de crédito habitação neste regime, registou um crescimento contínuo do número de pedidos de adesão, representando já 14% do total de propostas.
Dar o nó e comprar casa são dois dos maiores compromissos da vida, pelo que escolher o melhor crédito requer uma análise cuidadosa para garantir a estabilidade financeira.
O Banco de Portugal (BdP) está a levar a cabo uma inspeção, durante o primeiro semestre do ano, aos preços praticados pelos bancos no crédito à habitação, segundo informações recolhidas pela Lusa.
Até ao final de Novembro de 2024, no número de fogos em construções novas licenciadas, observou-se uma variação de 3,4%, em termos homólogos acumulados, para um total de 31.433 habitações.
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu para 4,091% em Dezembro, traduzindo uma descida de 9,5 pontos base (p.b.) face a Novembro (4,186%), avança hoje o INE.
Os bancos já têm milhares de pedidos de clientes jovens para crédito à habitação com garantia do Estado, mas ainda são poucos os concedidos, pois o regime só está operacional desde início do ano.
O Bankinter já concede crédito habitação ao abrigo da garantia pública para apoiar jovens com idades entre os 18 e os 35 anos que pretendam financiamento para a aquisição da primeira habitação própria permanente.